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Mostrando postagens com o rótulo Formação Litúrgica - Escolhendo as Músicas

Vou Cantar Teu Amor é um Canto Litúrgico?

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  A música “Vou Cantar Teu Amor” é bastante conhecida entre grupos de canto e ministérios de música católicos, sendo utilizada especialmente no momento da Comunhão. Mas surge uma pergunta importante: “Vou Cantar Teu Amor” é realmente uma música litúrgica? Para responder, é necessário olhar não apenas para o fato de a música ser religiosa ou ser cantada dentro de uma igreja, mas também para sua finalidade, seu conteúdo e sua relação com a própria celebração. O que significa uma música ser litúrgica? Uma música litúrgica não é simplesmente uma música religiosa cantada durante uma Missa. O canto exerce uma verdadeira função litúrgica quando está integrado à celebração e contribui para aquilo que a Igreja está celebrando naquele determinado momento. Na Liturgia, a música não deve ser vista apenas como um elemento artístico ou como uma apresentação. Ela participa da oração da assembleia e deve estar de acordo com o sentido do rito. Por isso, ao escolher uma música para a Missa, é impo...

Dicas para escolher as músicas da Santa Missa

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Dicas para escolher as músicas da Santa Missa Autor: Rogério Hirota Neste artigo venho trazer algumas dicas para que possamos escolher bem as músicas para a Santa Missa de forma a se encaixar com a liturgia do dia. 1- Meditar as leituras da liturgia: Leia com calma e se atente ao que o autor sagrado está querendo transmitir nas passagens bíblicas. Não deixe de ver desde a 1ª leitura até ao Evangelho e procurar pela mensagem principal ou temas que serão abordados nas leituras. Ache os pontos em comum nas leituras que serão realizadas. 2- Procure pelas músicas: Tenha uma forma de organizar suas músicas de acordo com o momento da liturgia (Entrada, Ato Penitencial, etc.) para facilitar a pesquisa pelas melhores músicas que se encaixem com as leituras. 3- Medite a mensagem da Música: Não escolha a música só porque em algum momento desta aparece uma palavra referente ao tema, porque nem sempre um trecho da música reflete a mensagem que está sendo passada. Por exemplo: Estamos no Tempo de ...

Louvor Final

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Louvor Final – Irmã Míria T. Kolling Não está previsto o chamado “canto final”, não faz parte da estrutura da missa, após a bênção e despedida do sacerdote, uma vez que com o “Ide em paz”, a assembléia está dispensada. Na saída do povo, o mais conveniente seria um órgão ou música instrumental, como acontece nas igrejas da Europa., ou uma bela intervenção do coro/ grupo de canto. Mas nosso povo de certa forma o incorporou ao seu repertório litúrgico, de modo que pode-se entoar um canto devocional – a Maria, ao santo padroeiro, ou outro, em vista da missão, de caráter mais livre. Comentário Para complementar o que a Irmã citou, o canto final deve nos levar a sentir a alegria de ter recebido Jesus e a Missão de levar e ser Cristo para as pessoas. Por isso a Santa Celebração é chamada também de Missa, que vem de Missão, ou seja, as pessoas vão ao encontro de Jesus no Santo Sacríficio do Altar e junto de Jesus recebido na Eucaristia sai em Missão para ser Cristo para as pessoas, este é ...

Canto de Ação de Graças

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Canto de Ação de Graças Este tema eu gostaria de escrever pois é um tema na qua me identifico bastante. O Canto de Ação de Graças é um canto importante para levar os fiéis a um momento de oração e recolhimento, um momento de intimidade com Deus. Pode-se também fazer um momento de silêncio ou um momento de interiorização com um fundo musical. Eu costumo buscar músicas que ajudem a pessoa a chegar na intimidade com Deus, e normalmente não gosto de usar músicas conhecidas do povo. Esta música não deve ser cantada pela assembléia mas apenas meditada, em suas palavras. Já ouvi muitos testemunhos de pessoas que se sentiram numa profunda intimidade com Deus pela ajuda da música, por isso é importante que seja uma música apropriada e com melodia calma e suave. Rogério Hirota

Canto da Comunhão

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O Canto processional da Comunhão – Irmã Míria T. Kolling Acompanha o rito da Comunhão, sendo o canto mais antigo da missa, aparecendo já em Roma no século IV. Inicialmente se entoava o Salmo 34 (33) “Provai e vede como o Senhor é bom. Feliz de quem nele espera, nada lhe falta, será feliz.” (Foi minha primeira composição, em 1969, e está gravada num simples compacto, que guardo como relíquia. Vale a pena registrar...) São Jerônimo nos fala deste canto, que com o tempo, foi cantado após a comunhão, o chamado postcommunio. Diz a Introdução Geral ao Missal Romano: “Enquanto o sacerdote e os fiéis recebem o Sacramento, tem lugar o canto da comunhão, canto que deve expressar, pela união das vozes, a união espiritual daqueles que comungam, demonstrar ao mesmo tempo a alegria do coração e tornar mais fraternal a procissão dos que vão avançando para receber o Corpo de Cristo. O canto tem início quando o sacerdote comunga, prolongando-se enquanto os fiéis comungam até o momento que pareça oportu...

Cordeiro de Deus

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Cordeiro de Deus - Irmã Míria T. kolling Foi introduzido na Missa pelo Papa Sérgio, no século VIII, inspirando-se nas palavras de João Batista, ao saudar Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo...” , e com acentos de glória e louvor tirados do Apocalipse, onde o Cordeiro aparece com toda a sua majestade pascal. De início, um canto litânico, a invocação era repetida enquanto durasse o rito que ela acompanhava. No século XI as invocações foram limitadas a três, sendo que a última conclui com o “Dai-nos a paz!” O Missal Romano acrescenta: “Pode repetir-se o número de vezes que for preciso, enquanto durar a fração do pão.”(n.63) Compete ao povo/ animador do canto/ coral e não ao sacerdote, entoar este canto, acompanhando o partir do pão para a comunhão, preparando-se a assembléia para participar do banquete pascal do Cordeiro imolado e glorioso, ele nossa paz.

Rito da Paz

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O rito da Paz – Irmã Miria T. Kolling O Missal explica: “Os fiéis imploram a paz e a unidade para toda a Igreja e para toda a família humana; e saúdam-se uns aos outros, em sinal de mútua caridade.”(56) Consta de três elementos: a oração pela paz, a saudação, à qual a assembléia responde “O amor de Cristo nos uniu” e o gesto da paz, que é facultativo. Não faz parte da tradição litúrgica entoar-se um canto durante a saudação. Mas este sinal de fraternidade foi muito bem acolhido pelo povo, tornando-se um dos elementos de maior participação de toda a assembléia. Se há um canto durante a saudação da paz, que seja curto e leve, e não tenha um conteúdo de fraternidade e amizade apenas, mas um anúncio de que Jesus traz a verdadeira paz. “Ele é nossa paz.”(Ef 2, 34). Portanto, deve referir-se a Cristo, à paz do Ressuscitado. Não deve ofuscar nem invadir o canto que acompanha o rito da fração do pão, o “Cordeiro de Deus”. A questão está na seleção dos cantos apropriados para este momento.....

Pai Nosso e Embolismo

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Irmã Míria T. Kolling Falaa sobre o Pai-Nosso e o Embolismo Pai Nosso: a oração dos filhos – Chegou até nós por dupla tradição: Mateus 6, 9-11 e Lucas 11,2-4. São sete petições, das quais as três primeiras “celestes” – Deus, sua Vontade e seu Reino, e as quatro seguintes “terrestres” , pois dizem respeito a nós, humanos. O próprio Jesus nô-la ensinou, dirigindo-se a Deus como “Abba, Pai!”. Provavelmente foi introduzido na Missa com Santo Ambrósio, pelo século IV. A celebração eucarística é em si mesma louvor dos filhos ao seu Pai do céu. Pode-se cantar o Pai Nosso, numa melodia simples, em forma de cantilena, ou gregoriano. Sendo um texto bíblico, não deve ser substituído por paráfrases ou outros textos. O Pai Nosso na Missa não é conclusivo, e sim nos introduz ao rito da comunhão. Por isso não se diz Amém no final. Embolismo- “Livrai-nos de todo o mal, Senhor!” – A palavra vem do grego (embolisma – peça aplicada a um vestido, a um desenvolvimento literário, a partir de um determin...

O Grande Amém

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Irmã Miria T. Kolling afirma sobre o Amém Aclamação à doxologia final - O grande Amém - Ao Pai, pelo Filho, no Espírito Santo.   Conclui a Oração Eucarística: Ao “Por Cristo, com Cristo, em Cristo...”, recitado ou cantado pelo presidente, enquanto eleva ao Pai com bastante expressividade o pão e o vinho transformados em Corpo e Sangue do Senhor, portanto em Eucaristia e ação de graças, a assembleia deve aderir e prorromper com o “Amém”, muito vibrante e solene, repetido várias vezes, cantando portanto, e podendo-se aplaudir.   Este amém nos lembra nossa dignidade de povo sacerdotal, participando com ele da prece eucarística. Lembra-nos Santo Agostinho: “Seu amém é sua assinatura, é seu consentimento, é seu compromisso.” E São Jerônimo recorda-nos que esse Amém “ressoava como um trovão” nas basílicas romanas.   É o movimento do universo rumo à eternidade de Deus, aquilo que o gesto da doxologia quer significar. “Toda a criação nasce do coração do ...

Aclamação Memorial

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Aclamação Memorial – Esta aclamação, tal como a conhecemos hoje, foi inserida após o Vaticano II. Logo após a narrativa da Instituição, o presidente canta ou diz: “Eis o Mistério da fé!” e todos aclamam,de pé, como povo ressuscitado em Cristo: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte...” ou “Toda vez que se come deste pão...” ou ainda “Salvador do mundo...” , proclamando sua fé em tom aclamativo, fazendo memória do mistério pascal de Cristo – sua vida e mensagem salvadora, sua paixão e morte, ressurreição e ascensão ao céu, enquanto aguarda a sua vinda gloriosa. Tem, portanto, um caráter pascal, diferente daquele cunho dramático-devocional, que perdurou por séculos em nossa liturgia, com relação à narrativa da instituição, antes do Concílio Vaticano II. Não pode ser substituída por cantos de adoração ou benditos... Segundo Antonio Alcalde, em seu livro “Canto e Música litúrgica”, qualquer das três aclamações é válida. Mas recomenda: Advento e Natal – “Anunciamos, Senhor...”; Quaresma e Pá...

Sanctus - Aclamação do Universo

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Diz ainda Irmã Míria T. Kolling sobre o Sanctus Sanctus, a aclamação do universo (A Oração Eucarística – Introdução: antífona, Cânon, oração eucarística) Tem sua origem no Oriente, século II. O texto bíblico: um manto de retalhos, uma compilação de textos bíblicos – As duas primeiras aclamações, tiradas de Isaías, de sua visão dos anjos prostrados diante do altar... “Toda a terra está cheia de sua glória” Hosana . do hebraico Hosiah-na= dá a salvação, do salmo 118,25 – “Senhor, dai-nos a salvação!” Nas alturas = Deus que habita os altos céus... Bendito o que vem : Sl 118,26, que a tradição transformou numa aclamação messiânica: “Bendito O que vem em nome do Senhor!” , festejando e aclamando o Senhor, quando de sua entrada em Jerusalém. (Mt 21, 9). Portanto, o clima bíblico do Santo é de celebração gloriosa: teofania (manifestação de Deus), deve produzir expressão exuberante de alegria, aclamação jubilosa, unânime e solene com que se conclui o prefácio (que inicia a oração eucarístic...

Canto das Oferendas

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O Canto das Oferendas. Iniciamos os cantos que farão parte da Liturgia Eucarística. Explica a Irmã Miria T. Kolling. Canto das oferendas - ( Liturgia Eucarística) – Preparação dos dons. É canto que acompanha a apresentação dos dons do pão e do vinho, facultativo e tem verdadeiro sentido quando houver a procissão das oferendas para o altar. Diz a Instrução do Missal: “O canto das oferendas acompanha a procissão das oferendas e se prolonga pelo menos até que os dons tenham sido colocados sobre o altar.” Portanto, não deve se prolongar, uma vez que acompanha o rito da procissão com os dons. Não é um canto para oferecer o sacrifício: a única oferta é Jesus Cristo e nós, “por Ele, com Ele e nEle”, em sacrifício vivo e santo; é, sim, canto para apresentar os dons e preparar a mesa do altar, após a liturgia da Palavra... Por isso, evitar os “cantos de ofertório”. Momento com muitas possibilidades, dependendo da solenidade ou da festa: um hino a Jesus Cristo, ao Espírito Santo, a Maria ou ...

Oração Universal - Preces da Comunidade

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Próximo tema Oração da Comunidade. Explicação da Irmã Míria T. kolling A oração universal, Preces - A restauração da Oração Universal foi dos melhores êxitos da reforma litúrgica. Afirma o Ordo da Missa: “Na oração universal ou oração dos fiéis, o povo reza por todos, exercendo deste modo o seu múnus sacerdotal.”. A ordem é a seguinte: a) pelas necessidades da Igreja; b) pelas autoridades civis e pela salvação do mundo; c) por aqueles que sofrem dificuldades; d) pela comunidade local. É uma herança da tradição judaica, que gostava de acrescentar às bênçãos orações de súplicas, e desde o início do cristianismo foram aceitas e multiplicadas... Pode ser considerado como parte do Ordinário da Missa. Nem sempre as Preces vão ser cantadas, mas o seu canto lhes dará uma solenidade e intensidade especiais. Podem ser cantadas de vários modos, com diversas fórmulas propostas e respostas pelo Missal Romano, salientando o refrão cantado por toda a assembléia. A introdução, as preces e a conclusã...

Credo - A Profissão de Fé

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Dando continuidade, falaremos sobre a profissão de fé. Em nossa comunidade paroquial não temos o hábito de cantar o credo, mas a liturgia dá a possibilidade de cantá-lo. Vamos analisar pelas palavras da Irmã Míria T. Kolling. Credo – A profissão de fé É menos apta para ser cantada por toda a assembléia, mas a Instrução Geral do Missal Romano prevê: “O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote com o povo aos domingos e solenidades; pode-se também dizer em celebrações especiais de caráter mais solene. Quando cantado, é entoado pelo sacerdote ou se for oportuno, pelo cantor ou pelo grupo de cantores; é cantado por todo o povo junto, ou pelo povo alternando com o grupo de cantores.” Foi introduzido lentamente na liturgia da Missa. Chegou a Roma pelo século X, embora na Espanha já fosse aceito no século III . A partir do canto polifônico, se tornou uma peça musical brilhante. Os documentos dizem que não existe obrigação de cantá-lo, pois não é hino nem aclamação, mas sim profiss...

Aclamação ao Evangelho

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Aclamação ao Evangelho, o “Aleluia” - adaptação portuguesa do Halelû Yah = Louvai Javé. Portanto, convite ao louvor jubiloso, através do qual a assembléia dos fiéis acolhe o Senhor que vai falar no Evangelho; como um “viva” pascal ao Verbo de Deus, que nos dirige palavras de vida eterna. É uma solene e jubilosa profissão de fé cantada, aclamando Jesus Cristo. Portanto, sendo aclamação, é um grito com que exteriorizamos nossos mais profundos sentimentos e experiências de vida, projetando-nos para fora de nós, algo que espontâneo brota do interior e se faz exclamação, grito de júbilo. Por isso, deve ser breve, denso e sonoro. Também por isso mesmo, só pode ser cantado, não se lê, não se diz, só se canta... O ideal: Aleluia (todo o povo) + versículo do dia ( solista ou coral) É aclamação-júbilo. (As aclamações são importantíssimas para a participação do povo). Na Quaresma é substituído por outra aclamação, mas também vibrante e sonora. É cantado por todos, de pé, podendo acompanhar...

Salmo Responsorial

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A seguir estudaremos a respeito do Salmo Responsorial após a primeira leitura. Salmo Responsorial – O costume de se cantar o salmo após a leitura remonta aos primeiros séculos do cristianismo, prática herdada do culto da sinagoga judaica. Santo Agostinho fala do valor do salmo cantado durante a liturgia da palavra, como uma “leitura cantada”. Faz parte integrante da Liturgia da Palavra, como resposta orante da comunidade à proposta e às maravilhas proclamadas por Deus na primeira leitura, e deve ser cantado de forma dialogal, o texto de preferência extraído do Lecionário, que é a nossa Bíblia litúrgica. Importância da função do salmista, ao mesmo tempo ouvinte e ministro da Palavra; ele proclama o salmo no ambão – mesa da Palavra. O salmo é a proclamação da Palavra cantada, por isso requer-se o mínimo de preparo técnico e vocal , litúrgico e musical do salmista. Devido à sua importância, não deve ser omitido nem substituído por “canto de meditação”. É um canto ritual interleciona...

Mantra - Meditação

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Mantra Aqui em nossa cidade adquiriu-se o costume de cantar uma antífona antes da primeira leitura para preparar a assembléia para a escuta da Palavra, no caso a Primeira leitura. O problema é que este canto não é litúrgico e também que o nome mantra não me agrada para uso dentro da liturgia porque quando falamos mantra imediatamente nos lembramos das repetições utilizadas por seitas orientais. Espero que se haja um consenso a este respeito em nossa paróquia para que possamos harmonizar a liturgia conforme a doutrina da Igreja. Pax et Bonum Rogerio Hirota PS. Pela bondade do Senhor, o Bispo da nossa diocese extinguiu esse canto   e nao fazemos mais o "mantra'' . Gloria a Deus. 01/06/2018

Glória - Hino de Louvor

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Prosseguindo passaremos ao canto de Glória ou Hino de Louvor. Glória – Irmã Miria T. Kolling Diz a Introdução do Missal Romano: “O Glória é um hino antiqüíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro, portanto de caráter doxológico (louvor, glorificação). É cantado de forma direta pela assembléia dos fiéis ou pelo povo em alternância com os cantores, ou ainda só pelo coro.” ( n.53) É uma das peças mais antigas da Missa, incorporada pela igreja romana no século II, por ocasião do Natal. Sua nota dominante: o júbilo, louvor confiante e alegre... Como hino que é, deve ser cantado. Pode ser dividido em três partes: a) o canto dos anjos, na noite de Natal; b) os louvores a Deus Pai; c) os louvores seguidos de súplicas e aclamações a Cristo, o Cordeiro, o Kyrios , o Senhor. Canto em prosa , conforme Missal Romano, há várias melodias. Metrificado pela CNBB, outras tantas. Evitar os “Glorinhas”, trinitários, que abreviam o ...

Rito Penitencial - Kyrie Eléison

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Dando continuidade iremos agora refletir sobre o Rito Penitencial, seu aspecto litúrgico e doxologia necessária continuando com a Reflexão da Irmã Miria T. Kolling e um comentário meu. O rito penitencial Senhor, tende piedade ou Kyrie eleison - é uma aclamação suplicante endereçada a Cristo, o Senhor, louvando-O e à sua misericórdia. Pertence aos cantos rituais, constituindo o próprio rito da celebração (Ordinário da Missa). Após o Concílio Vaticano II: “É um canto mediante o qual os fiéis aclamam o Senhor e imploram sua misericórdia.” Quando São Dâmaso mudou a missa do grego para o latim, deixou o Kyrie imutável, em grego, e assim atravessou os séculos. Seria completamente alheio a seu caráter substituir o Senhor por um hino, estrófico ou não. (Kyrios foi o nome mais comum dado a Cristo Ressuscitado pelos primeiros cristãos). Farão parte dele o povo e os cantores. Importa não acentuar demais o aspecto penitencial na Celebração Eucarística, evitando também paráfrases e outros cantos ...

Canto Processional de Entrada

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Há algum tempo gostaria de colocar um artigo que ajudasse na escolha do repertório da Missa, e hoje inicio este projeto com o canto de Entrada da Missa. Vou transcrever aqui uma breve explicação da Irmã Míria T. Kolling, referência em nossa música católica com anos de experiência em liturgia e encerro complementando com um comentário meu sobre cada tópico. Espero que seja útil. Pax et Bonum Rogério O Canto processional de Entrada (acompanha o rito, o movimento, a procissão) conforme Santo Agostinho: “Canta e caminha!” Finalidade: constituir e congregar a assembléia, introduzindo-a no mistério a ser celebrado – tempo litúrgico, sonorizar o caráter festivo da celebração, fomentar a união dos fiéis, dar o tom da celebração. O Missal Romano diz: “... seja adequado à ação sagrada ou à índole do dia ou do tempo litúrgico”, elevando seus pensamentos à contemplação do mistério litúrgico. Pode ser usada a antífona com seu salmo (Gradual Romano) ou outro canto, executado pelo povo ou alternando...