Aclamação ao Evangelho

Aclamação ao Evangelho, o “Aleluia” - adaptação portuguesa do Halelû Yah = Louvai Javé. Portanto, convite ao louvor jubiloso, através do qual a assembléia dos fiéis acolhe o Senhor que vai falar no Evangelho; como um “viva” pascal ao Verbo de Deus, que nos dirige palavras de vida eterna.
É uma solene e jubilosa profissão de fé cantada, aclamando Jesus Cristo. Portanto, sendo aclamação, é um grito com que exteriorizamos nossos mais profundos sentimentos e experiências de vida, projetando-nos para fora de nós, algo que espontâneo brota do interior e se faz exclamação, grito de júbilo. Por isso, deve ser breve, denso e sonoro.
Também por isso mesmo, só pode ser cantado, não se lê, não se diz, só se canta...
O ideal: Aleluia (todo o povo) + versículo do dia ( solista ou coral)
É aclamação-júbilo. (As aclamações são importantíssimas para a participação do povo). Na Quaresma é substituído por outra aclamação, mas também vibrante e sonora. É cantado por todos, de pé, podendo acompanhar a procissão com o Evangeliário, do altar para o ambão, hoje já tão em uso nas nossas liturgias. (Aclamar = aplaudir, aprovar entusiasticamente... Nossas Missas com o Papa...)
Pode-se repetir a aclamação como resposta ao Senhor que nos falou, no final do Evangelho.
Comentário
O Aleluia é utilizado na aclamação ao Evangelho com excessão dos tempos do Advento e da Quaresma. Nestes tempos não se deve ter nenhum canto com a palavra Aleluia. No tempo de quaresma também é ideal verificar o ritmo das músicas porque o grito do verdadeiro louvor, da alegria virá após este tempo na Ressurreição de Cristo, Na Missa Pascal.
É interessante observar se a letra da música aclama a palavra do Senhor, a Jesus que vai falar no Evangelho ou se a mesma terá ligação ao tema proposto pela liturgia do dia, músicas como Palmas para Jesus não tem identificação com o momento litúrgico da Aclamação ao Evangelho.
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