Sugestão de Músicas para Missa do 28º Domingo do Tempo Comum - Ano A
Na casa do Senhor habitarei eternamente
Irmãos, a Paz de Jesus e o Amor de Maria!
O 28º Domingo do Tempo Comum nos apresenta uma liturgia profundamente marcada pela imagem do banquete que Deus prepara para o seu povo. Na primeira leitura, o profeta Isaías anuncia um grande banquete oferecido pelo Senhor a todos os povos, acompanhado pela promessa de que Deus eliminará a morte e enxugará as lágrimas de todas as faces.
O Salmo 22(23) nos conduz ainda mais profundamente para essa confiança: “Na casa do Senhor habitarei, eternamente.” O Senhor é apresentado como o Pastor que conduz, alimenta, protege e prepara uma mesa para o seu povo.
Na Carta aos Filipenses, São Paulo nos ensina que a verdadeira segurança não está na abundância ou na falta de bens, mas em Cristo. Ele aprendeu a viver em todas as situações porque encontrou sua força naquele que o sustenta.
No Evangelho, Jesus apresenta a parábola do rei que prepara a festa de casamento para seu filho. O convite é feito, mas muitos recusam. Outros são chamados das encruzilhadas dos caminhos. A festa está preparada, mas participar dela também exige uma resposta verdadeira ao convite de Deus.
A Palavra deste domingo nos leva, portanto, a refletir sobre a salvação, o chamado de Deus, a confiança, a Eucaristia, a comunhão com Cristo e a necessidade de responder ao convite do Senhor com uma vida coerente com a fé.
A liturgia nos recorda que Deus prepara a mesa e nos chama para junto de si. Cabe a cada um de nós acolher esse convite.
Leituras do 28º Domingo do Tempo Comum – Ano A
1ª Leitura: Is 25,6-10a
Salmo Responsorial: Sl 22(23) — Na casa do Senhor habitarei, eternamente
2ª Leitura: Fl 4,12-14.19-20
Aclamação ao Evangelho: Ef 1,17-18
Evangelho: Mt 22,1-14 — Convidai para a festa todos os que encontrardes
A Antífona de Entrada deste domingo também nos coloca diante da misericórdia de Deus: “Se levardes em conta, Senhor, nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão.”
Sugestão de músicas para a Missa
Entrada
- Se Levardes em Conta as Nossas Faltas — Versão Universo Litúrgico
- Teu Povo Escolhido — Comunidade Shalom
Ato Penitencial
Hino de Louvor
- Glória a Deus lá nas Alturas — Irmãs Agostinianas
Salmo Responsorial
Aclamação ao Evangelho
Ofertório
- Serei Teu — Comunidade Shalom
Santo
- Santo Senhor Deus do Universo — Coral Palestrina
Abraço da Paz
- Um Canto de Paz — Amigos do Pai
Comunhão
- Muitos São os Chamados — Pe José Weber SVD
- Banquete do Cordeiro — Toca de Assis
- O Senhor Preparou um Banquete — Maria de Fátima de Oliveira / André J. Zamur
Pós-Comunhão — Meditação
- Com Tua Mão — Suely Façanha
- Posso, Tudo Posso — Celina Borges
Final
- Busque o Alto — Celina Borges
Por que escolhemos estas músicas?
Entrada
Se Levardes em Conta as Nossas Faltas — Universo Litúrgico
Esta é uma proposta especialmente preparada para a liturgia de abertura deste domingo, utilizando como base a Antífona de Entrada do 28º Domingo do Tempo Comum.
Nossa proposta foi trazer uma versão musical moderna para essa Antífona, preservando seu texto e sua riqueza bíblica, mas criando uma melodia inédita para que a oração pudesse ganhar uma nova expressão musical.
O texto conduz a assembleia das profundezas do clamor à esperança: reconhecemos nossas faltas, mas colocamos nossa confiança naquele em quem “se encontra o perdão”.
Por isso, a música foi pensada para acompanhar a entrada da assembleia com um caráter orante, acolhedor e, ao mesmo tempo, esperançoso, favorecendo a participação de todos desde os primeiros momentos da celebração.
A escolha também está diretamente relacionada ao conteúdo da liturgia deste domingo, que nos conduz à experiência da graça, do convite de Deus, da confiança e da salvação.
Uma Antífona tradicional, agora apresentada com uma nova melodia e uma linguagem musical mais atual, a serviço da celebração.
Teu Povo Escolhido — Comunidade Shalom
A música apresenta o povo reunido diante de Deus para louvar e adorar. Por isso, funciona bem como canto de Entrada, ajudando a expressar a assembleia que se reúne para celebrar.
Sua ligação com o domingo está principalmente no povo que responde ao chamado de Deus. No Evangelho, muitos são convidados para a festa; aqui, a comunidade reunida manifesta sua resposta ao chamado.
É uma escolha adequada para o momento da Entrada, embora não tenha a mesma ligação direta com a Antífona de Entrada que encontramos na primeira opção.
Ato Penitencial
Senhor, Piedade, Somos o Teu Povo Pecador
Mantemos esta música do repertório original do artigo porque seu conteúdo está diretamente relacionado ao caráter penitencial do momento.
A comunidade reconhece sua condição de povo pecador e invoca a misericórdia de Deus.
A escolha também preserva uma ligação com a história do próprio artigo do Universo Litúrgico, sem manter uma música simplesmente por tradição: ela permanece porque realmente possui função compatível com o Ato Penitencial.
Senhor, Que Viestes Salvar
É uma segunda opção para o Ato Penitencial, centrada no reconhecimento de Cristo como aquele que vem salvar e reconciliar.
A música conduz a assembleia à consciência de que precisa da misericórdia e da salvação de Deus, preparando o coração para a Liturgia da Palavra.
Aqui estamos diante de um canto propriamente adequado ao momento penitencial, e não apenas de uma música religiosa colocada nesse ponto da Missa.
Hino de Louvor
Glória a Deus lá nas Alturas — Irmãs Agostinianas
O Glória é o Hino de Louvor da própria celebração, portanto precisa conservar seu caráter litúrgico.
A escolha desta versão se justifica por sua utilização como canto do Glória, acompanhando o texto próprio do Hino de Louvor.
No contexto deste domingo, o Glória também estabelece um belo contraste com a reflexão penitencial inicial: depois de reconhecer nossa necessidade da misericórdia divina, a assembleia volta-se para Deus em louvor.
Salmo Responsorial
Salmo Responsorial: Sl 22(23) — Na casa do Senhor habitarei, eternamente
Aclamação ao Evangelho
Aleluia! Que o Pai do Senhor Jesus Cristo
Esta escolha está diretamente relacionada ao versículo da Aclamação ao Evangelho deste domingo:
“Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o espírito; conheçamos, assim, a esperança à qual nos chamou, como herança!”
O texto corresponde à Aclamação prevista para este domingo.
Por isso, é uma das escolhas mais diretamente ligadas à Liturgia da Palavra.
Antes de ouvir a parábola do banquete, a assembleia pede a Deus o espírito de sabedoria e o conhecimento da esperança para compreender sua Palavra.
Ofertório
Serei Teu — Comunidade Shalom
No momento da Apresentação das Oferendas, a música conduz a assembleia para uma atitude de entrega.
O próprio Evangelho nos coloca diante de um convite: Deus chama para a festa, mas o chamado exige uma resposta. A música Serei Teu pode expressar justamente essa resposta de entrega a Deus.
Sua ligação com o domingo não está em reproduzir literalmente um texto das leituras, mas em traduzir musicalmente a atitude de quem aceita o convite do Senhor e deseja pertencer a Ele.
É uma escolha adequada ao momento da apresentação das oferendas, especialmente quando a comunidade deseja enfatizar a dimensão de entrega.
Santo
Santo Senhor Deus do Universo — Coral Palestrina
O Santo pertence ao Ordinário da Missa e deve conservar o texto litúrgico próprio.
A escolha desta versão se encaixa no momento porque conduz a assembleia à aclamação do Deus Santo antes da Oração Eucarística.
Neste domingo, depois de ouvir que Deus prepara o banquete e chama seu povo para participar dele, a assembleia chega ao centro da celebração eucarística proclamando a santidade de Deus.
Aqui, portanto, não estamos simplesmente diante de uma música sobre Deus: trata-se de um canto próprio do Ordinário da Missa.
Abraço da Paz
Um Canto de Paz — Amigos do Pai
Esta música foi mantida como uma opção pastoral para o momento em que a comunidade manifesta a paz e a fraternidade.
A escolha dialoga com a dimensão comunitária da celebração: Deus chama pessoas de diferentes lugares para participar de sua festa.
É importante, porém, compreender que o canto durante o rito da paz não precisa ser tratado como uma obrigação musical da celebração. O próprio rito pode ser realizado com simplicidade, e a música deve estar a serviço dele.
Por isso, esta indicação deve ser entendida como uma opção pastoral para comunidades que tradicionalmente utilizam um canto nesse momento.
Comunhão
Muitos São os Chamados - Pe. José Weber SVD
Esta é uma das escolhas mais importantes deste repertório.
A música estabelece uma ligação direta com o Evangelho de Mateus, especialmente com a afirmação de Jesus:
“Muitos são os chamados, e poucos são os escolhidos.”
O tema do chamado atravessa a parábola: Deus prepara a festa, envia seus servos, chama os convidados e, diante da recusa de alguns, manda buscar outros nas encruzilhadas.
A escolha também possui uma característica importante para este artigo: é apresentada em repertórios litúrgicos como canto de Comunhão específico do 28º Domingo.
Por isso, não estamos escolhendo a música simplesmente porque o título combina com o Evangelho. Existe uma relação concreta entre a música, o domingo celebrado e o momento da Comunhão.
A mesa preparada por Deus na primeira leitura encontra aqui uma forte ressonância com a mesa eucarística. Isaías anuncia o banquete que o Senhor prepara; o Salmo proclama a mesa preparada pelo Pastor; o Evangelho apresenta o banquete das núpcias.
A Comunhão torna essa temática ainda mais profunda para a vida cristã.
Banquete do Cordeiro — Toca de Assis
A segunda escolha é Banquete do Cordeiro, da Toca de Assis.
Aqui a ligação é diferente.
Enquanto Muitos São os Chamados possui uma relação particularmente forte com o domingo, Banquete do Cordeiro se destaca pelo seu conteúdo propriamente eucarístico.
A imagem do Cordeiro, do altar e do banquete conduz a assembleia para o mistério que está sendo celebrado: Cristo que se oferece e se dá como alimento.
É justamente por isso que esta música funciona muito bem na Comunhão: não apenas porque fala de um banquete, mas porque relaciona o banquete à realidade eucarística.
Assim, as duas músicas cumprem funções complementares: uma dialoga diretamente com a Palavra proclamada no domingo; a outra conduz o olhar para o mistério eucarístico celebrado no altar.
O Senhor Preparou um Banquete — Maria de Fátima de Oliveira / André J. Zamur
Esta escolha dialoga de maneira muito especial com a liturgia deste domingo, cuja temática é marcada pela imagem do banquete.
A primeira leitura apresenta o Senhor preparando um banquete para todos os povos, enquanto o Evangelho apresenta o Reino dos Céus como um banquete de casamento. O canto, porém, vai além da simples referência ao banquete: ele o relaciona diretamente com a Eucaristia, apresentando Cristo como o Cordeiro imolado, o Pão vivo e aquele que alimenta seu povo.
Por isso, encontra seu lugar de maneira particularmente adequada no momento da Comunhão.
Pós-Comunhão: momento de meditação
Aqui fazemos uma distinção importante.
“Pós-Comunhão” não deve ser apresentado como um momento ritual próprio da Missa que obrigatoriamente exige uma música.
Depois da Comunhão, a liturgia prevê espaço para oração e ação de graças, e muitas comunidades, especialmente em celebrações com grande número de fiéis, utilizam uma música de meditação enquanto a assembleia permanece em oração ou continua o momento da Comunhão.
Por isso, as músicas abaixo são apresentadas como opções de meditação e ação de graças, e não como cantos propriamente rituais.
Com Tua Mão — Suely Façanha
A música expressa confiança na presença e na condução de Deus.
Ela pode favorecer um momento de recolhimento depois da Comunhão, especialmente porque o Salmo deste domingo apresenta Deus como o Pastor que conduz, protege e acompanha seu povo.
Não é, porém, um canto especificamente eucarístico nem um canto ritual próprio da Comunhão. Sua função aqui é meditativa.
Posso, Tudo Posso — Celina Borges
Esta escolha estabelece uma ligação muito forte com a Segunda Leitura.
São Paulo afirma:
“Tudo posso naquele que me dá força.”
A música transforma essa mensagem em uma oração de confiança em Cristo.
Por isso, depois da Comunhão, ela pode ajudar a assembleia a levar para a vida aquilo que ouviu na Palavra: a verdadeira força não está na abundância ou na falta, mas em Cristo.
Também aqui é importante a distinção: é uma música de meditação, não um canto ritual próprio da Comunhão.
Canto Final
Busque o Alto — Celina Borges
Depois de celebrar a Palavra, a Eucaristia e o chamado de Deus, a comunidade é enviada para continuar sua caminhada cristã.
Busque o Alto pode funcionar bem nesse momento porque conduz o pensamento para Deus e para uma vida orientada pelas coisas do alto.
A música não reproduz especificamente a Antífona ou um texto ritual deste domingo. Sua função é principalmente pastoral e temática, ajudando a assembleia a sair da celebração levando consigo a necessidade de permanecer voltada para Deus.
Temas principais do 28º Domingo do Tempo Comum
As músicas escolhidas podem ser compreendidas a partir de alguns grandes temas presentes na liturgia:
O chamado de Deus
Deus convida, chama e espera uma resposta.
O banquete do Reino
Isaías anuncia o banquete preparado pelo Senhor e Jesus retoma essa imagem na parábola das núpcias.
A salvação
Deus vem ao encontro do seu povo e promete libertação, consolo e vida.
A confiança em Deus
O Salmo apresenta o Senhor como Pastor que conduz e prepara a mesa.
A força que vem de Cristo
São Paulo ensina que é possível atravessar tanto a abundância quanto a necessidade permanecendo unido a Cristo.
A Eucaristia
A imagem bíblica da mesa e do banquete encontra sua expressão plena na celebração eucarística.
A resposta ao convite de Deus
Não basta receber o convite; é necessário acolhê-lo e viver de maneira coerente com ele.
Passagens bíblicas relacionadas aos cantos
Isaías 25,6-10a
O Senhor prepara um banquete para todos os povos e promete eliminar a morte e enxugar as lágrimas.
Salmo 22(23)
“Na casa do Senhor habitarei, eternamente.”
Filipenses 4,12-14.19-20
“Tudo posso naquele que me dá força.”
Efésios 1,17-18
O pedido para que Deus conceda sabedoria e permita conhecer a esperança para a qual fomos chamados.
Mateus 22,1-14
A parábola do banquete das núpcias e o convite dirigido a todos.
Orientações para o Ministério de Música
Para este domingo, o Ministério de Música pode trabalhar com uma linha temática bastante clara: Deus chama, prepara a mesa e convida seu povo a participar de sua festa.
Na Entrada, é interessante priorizar uma música que ajude a assembleia a entrar no espírito da celebração. Se Levardes em Conta as Nossas Faltas possui uma ligação especialmente forte com a liturgia de abertura.
No Ato Penitencial, o canto deve conservar seu caráter de súplica e reconhecimento da necessidade da misericórdia de Deus.
No Glória e no Santo, é fundamental respeitar o caráter próprio desses textos da Liturgia.
Na Aclamação, a assembleia deve perceber que está diante do Evangelho. Por isso, Aleluia! Que o Pai do Senhor Jesus Cristo estabelece uma ligação direta com o texto previsto para este domingo.
Na Comunhão, a escolha deve favorecer o recolhimento e acompanhar o rito sem transformar o momento em apresentação musical. Muitos São os Chamados, Banquete do Cordeiro e O Senhor Preparou um Banquete oferecem perspectivas complementares para esse momento: o chamado de Deus, o banquete e o mistério eucarístico.
Depois da Comunhão, caso a comunidade utilize um canto de meditação, é importante que a música seja executada de maneira mais contemplativa, permitindo também momentos de silêncio e oração.
Como ministro de música, procuro sempre considerar não apenas se uma canção é bonita ou conhecida, mas se sua letra, sua função e seu caráter realmente servem à celebração. Uma música pode ser excelente e, ainda assim, não ser a mais adequada para determinado momento da Missa.
Esse cuidado ajuda o Ministério de Música a deixar de ser apenas um grupo que “acompanha a Missa” e passar a exercer verdadeiramente seu serviço dentro da liturgia.
Perguntas frequentes
Qual é o tema principal do 28º Domingo do Tempo Comum – Ano A?
A liturgia apresenta principalmente a imagem do banquete preparado por Deus, juntamente com o chamado à salvação, à confiança e à resposta ao convite do Senhor.
Qual é o Salmo do 28º Domingo do Tempo Comum – Ano A?
O Salmo Responsorial é o Salmo 22(23), com o refrão: “Na casa do Senhor habitarei, eternamente.”
Qual é o Evangelho do 28º Domingo do Tempo Comum – Ano A?
O Evangelho é Mateus 22,1-14, a parábola do rei que prepara o banquete de casamento para seu filho.
Qual canto escolher para a Comunhão?
Entre as opções apresentadas, Muitos São os Chamados possui uma relação particularmente direta com o Evangelho deste domingo; Banquete do Cordeiro destaca-se pelo conteúdo eucarístico; e O Senhor Preparou um Banquete reúne de maneira muito forte a imagem do banquete apresentada nas leituras com a realidade da Eucaristia.
Existe um canto obrigatório depois da Comunhão?
Não. O chamado “Pós-Comunhão” não deve ser entendido como um momento ritual que obrigatoriamente exige um canto. A comunidade pode permanecer em silêncio, rezar ou utilizar um canto de meditação e ação de graças.
Uma música católica pode ser usada na Missa mesmo sem ser propriamente litúrgica?
É preciso analisar o contexto e o momento. Uma música pode ser adequada pastoralmente sem ser um canto ritual propriamente dito. Por isso, é importante não apresentar todas as músicas religiosas como se tivessem a mesma função litúrgica.
Como escolher as músicas para a Missa?
O ideal é partir dos textos da liturgia, das antífonas, das leituras, do momento ritual e da realidade da comunidade. A música deve servir à celebração e ajudar a assembleia a rezar.
Conclusão
O 28º Domingo do Tempo Comum nos apresenta uma imagem muito bonita: Deus prepara a mesa e chama seus filhos para a festa.
Isaías anuncia o banquete; o Salmo nos mostra o Pastor que prepara a mesa; São Paulo nos ensina a confiar em Cristo em qualquer situação; e Jesus nos apresenta o convite para participar da festa do Reino.
Mas existe uma resposta que precisa ser dada.
Deus chama. Deus prepara. Deus oferece. Cabe a nós acolher o convite.
Que nossas comunidades possam celebrar este domingo com alegria, profundidade e verdadeiro espírito de oração, permitindo que cada canto ajude a assembleia a entrar mais profundamente no mistério celebrado.
E que, depois de participar da mesa do Senhor, possamos levar para a nossa vida aquilo que cantamos:
“Na casa do Senhor habitarei, eternamente.”
Que a música seja sempre um verdadeiro serviço à liturgia, ajudando o povo de Deus a cantar sua fé, ouvir a Palavra, celebrar a Eucaristia e responder ao chamado de Cristo.
Pax et Bonum!
Rogério Hirota
Universo Litúrgico

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