Salmo 23(24) — É Assim a Geração dos que Procuram o Senhor | Cifra em Ré Maior para Todos os Santos

 


O Salmo 23(24) — “É assim a geração dos que procuram o Senhor” é o salmo responsorial da Solenidade de Todos os Santos, celebrada em 1º de novembro de 2026, na 31ª semana do Tempo Comum, Ano A. Com a voz de Priscila Ocana, da Canção Nova, e melodia e produção musical de Ronaldo Portella de Almeida, esta versão apresenta o texto do salmo em tonalidade de Ré Maior (D), oferecendo aos músicos uma referência para preparar o canto da assembleia.

A mensagem central é um convite à busca de Deus, à pureza de coração e à fidelidade. Mais do que cantar sobre a santidade, o salmo questiona como vivemos e quais atitudes demonstram que realmente procuramos a face do Senhor. É uma mensagem especialmente significativa na celebração de Todos os Santos, que recorda a vocação de todos os cristãos à santidade.

Música para ouvir

A gravação apresenta o salmo responsorial com interpretação vocal de Priscila Ocana. A melodia e a produção musical são atribuídas a Ronaldo Portella de Almeida, conforme os créditos informados para esta versão.

O refrão — “É assim a geração dos que procuram o Senhor!” — concentra a mensagem espiritual do salmo e deve ser cantado de maneira clara, para que a assembleia reconheça a resposta e participe da oração.

Ouça a gravação:



Cifra — Salmo 23(24): É Assim a Geração dos que Procuram o Senhor

Momento litúrgico: Salmo responsorial da Santa Missa.

Celebração: Solenidade de Todos os Santos — 1º de novembro de 2026.

Ano litúrgico: Ano A.

Tonalidade: Ré Maior (D).

Intérprete: Priscila Ocana — Canção Nova.

Melodia e produção musical: Ronaldo Portella de Almeida — Canção Nova.

Introdução

D | G/D | D | G/D (bis)

Refrão

D             A/C#    Bm

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

G              A      D

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

(bis)

Estrofe 1

D                 G              A

Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra,

G               A               D

o mundo inteiro com os seres que o povoam;

G             A

porque ele a tornou firme sobre os mares,

G                 A                D

e sobre as águas a mantém inabalável.

Refrão

D             A/C#    Bm

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

G              A      D

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

(bis)

Estrofe 2

D                   G               A

Quem subirá até o monte do Senhor,

G               A             D

quem ficará em sua santa habitação?

G              A

Quem tem mãos puras e inocente coração,

G                 A              D

quem não dirige sua mente para o crime.

Refrão

D             A/C#    Bm

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

G              A      D

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

(bis)

Estrofe 3

D                  G            A

Sobre este desce a bênção do Senhor

G                A              D

e a recompensa de seu Deus e Salvador.

G             A

É assim a geração dos que o procuram,

G                A             D

e do Deus de Israel buscam a face.

Refrão final

D             A/C#    Bm

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

G              A      D

É assim a geração dos que procuram o Senhor!

(bis)

Finalização

D | G/D | D | G/D (bis)

O significado do Salmo 23(24): procurar o Senhor de todo o coração

O Salmo 23(24), também identificado como Salmo 24 em algumas tradições bíblicas, apresenta duas ideias fundamentais: Deus é o Senhor de toda a criação e o ser humano é chamado a viver de maneira digna de sua presença.

A primeira parte proclama que a terra e tudo o que nela existe pertencem ao Senhor. A segunda apresenta uma pergunta sobre quem pode subir à montanha de Deus e permanecer em sua morada. A resposta aponta para a integridade de vida, a pureza de coração e a rejeição do mal. Por fim, o salmo anuncia a bênção divina sobre aqueles que procuram o Senhor e buscam sua face.

Essa progressão ajuda a compreender por que o refrão é tão significativo. A expressão “a geração dos que procuram o Senhor” não designa simplesmente um grupo de pessoas que conhece palavras religiosas ou participa de celebrações. Ela indica uma comunidade que orienta a vida para Deus e procura corresponder à sua vontade.

O salmo, portanto, une adoração, conversão e esperança. Reconhecer Deus como Senhor da criação conduz à responsabilidade diante da vida; desejar entrar em sua presença exige coerência entre a fé professada e as atitudes cotidianas.

“Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra”: Deus é o Senhor da criação

A primeira estrofe começa com uma afirmação abrangente: toda a terra e os seres que a habitam pertencem a Deus. A criação não aparece como uma realidade independente do Criador, mas como obra sustentada por sua autoridade.

Ao mencionar os mares e as águas, o salmo utiliza imagens que evocam a estabilidade da criação diante das forças do caos. Deus é aquele que estabelece a ordem e mantém firme aquilo que criou.

Essa proclamação tem consequências para a vida cristã. Se tudo pertence ao Senhor, os bens materiais, a natureza e a própria vida não devem ser tratados como propriedades absolutas, sem responsabilidade ou limites. O cristão é chamado a reconhecer os dons recebidos e a utilizá-los com gratidão, justiça e cuidado.

Na Solenidade de Todos os Santos, essa primeira estrofe também recorda que a santidade não significa desprezar a criação ou fugir das responsabilidades humanas. O caminho para Deus passa pela maneira como vivemos no mundo, tratamos as pessoas e exercemos nossas responsabilidades.

Ao cantar “o mundo inteiro com os seres que o povoam”, a assembleia proclama que o domínio de Deus não está limitado a um povo, território ou grupo particular. Toda a criação está sob sua soberania.

“Quem subirá até o monte do Senhor?”: a pergunta sobre a santidade

A segunda estrofe apresenta uma pergunta decisiva: quem pode subir ao monte do Senhor e permanecer em sua santa habitação?

Na linguagem bíblica, a montanha frequentemente representa o encontro com Deus. Subir ao monte significa aproximar-se de sua presença. Entretanto, o salmo não trata essa aproximação como simples deslocamento físico ou participação exterior em um rito. A pergunta seguinte revela que existe uma disposição interior e moral necessária.

O texto menciona mãos puras e coração inocente. As mãos remetem às ações concretas, àquilo que uma pessoa faz. O coração, na linguagem bíblica, representa o centro das decisões, dos desejos, dos pensamentos e das intenções.

A combinação dessas imagens ensina que a vida espiritual não pode ser separada da conduta. Não basta aparentar retidão diante dos outros se as decisões são orientadas pela mentira, pela injustiça ou pela maldade. Da mesma forma, não basta declarar boas intenções sem procurar transformá-las em atitudes.

O salmo também pergunta quem não dirige a mente para o crime. Essa expressão chama a atenção para a responsabilidade sobre os pensamentos e os propósitos que orientam nossas escolhas. O pecado não deve ser tratado como algo sem importância, mas como uma realidade que fere a relação com Deus e com o próximo.

Isso não significa afirmar que a santidade seja uma conquista exclusivamente humana, alcançada sem a graça divina. Na fé católica, a conversão é resposta à graça de Deus. A pessoa é chamada a acolher essa graça e a cooperar com ela, abandonando o pecado e crescendo na caridade.

Assim, o salmo não apresenta a pureza de coração como mera aparência de perfeição. Ele convida a uma conversão sincera, que alcance as intenções e se manifeste nas obras.

“Sobre este desce a bênção do Senhor”: a recompensa de quem busca a face de Deus

Na terceira estrofe, a pergunta anterior encontra seu desfecho: sobre aquele que vive na retidão desce a bênção do Senhor, que é reconhecido como Deus e Salvador.

O salmo não termina apenas com uma exigência moral. Depois de falar da integridade necessária para aproximar-se de Deus, anuncia a bênção divina e identifica os que buscam sua face.

A expressão “buscar a face de Deus” significa desejar sua presença, procurar conhecê-lo e orientar a existência para a comunhão com Ele. Na tradição bíblica, essa busca envolve oração, fidelidade à aliança, obediência e confiança.

A bênção mencionada não deve ser interpretada como promessa de que pessoas justas estarão livres de dificuldades ou receberão necessariamente prosperidade material. A própria história dos santos demonstra que a fidelidade a Deus pode envolver sacrifícios, perseguições e sofrimentos.

A recompensa encontra seu sentido mais profundo na comunhão com Deus e na esperança da vida eterna. O salmo anuncia, portanto, que a busca do Senhor não é inútil: Deus acolhe aqueles que se voltam para Ele e os chama a participar de sua vida.

Quando a assembleia repete o refrão, reconhece que essa busca não é uma experiência isolada. Existe uma geração de pessoas que procura o Senhor, uma comunidade que deseja viver segundo sua vontade e caminhar em direção à sua presença.

O Salmo 23(24) e a Solenidade de Todos os Santos

A escolha do Salmo 23(24) para a Solenidade de Todos os Santos possui uma relação profunda com as leituras bíblicas dessa celebração.

Em 1º de novembro de 2026, a solenidade apresenta as seguintes leituras: Apocalipse 7,2-4.9-14, Salmo 23(24),1-2.3-4ab.5-6, 1João 3,1-3 e Mateus 5,1-12a, com o Evangelho das Bem-aventuranças.

O salmo dialoga especialmente com a imagem da multidão que aparece no livro do Apocalipse e com o ensinamento de Jesus sobre a santidade.

A multidão diante do Cordeiro: Apocalipse 7,9-14

Na primeira leitura, João contempla uma multidão imensa, de todas as nações, tribos, povos e línguas, diante do trono de Deus e do Cordeiro. Seus integrantes vestem roupas brancas e proclamam a salvação que vem de Deus.

Essa visão amplia o horizonte da esperança cristã. A santidade não é apresentada como privilégio de um único povo ou de uma cultura específica. A imagem da multidão expressa a amplitude da salvação e a reunião dos que pertencem a Deus.

O Salmo 23(24) complementa essa visão ao proclamar que o mundo inteiro pertence ao Senhor e ao falar daqueles que buscam sua face. A primeira leitura apresenta a multidão diante de Deus; o salmo coloca nos lábios da assembleia a pergunta sobre quem pode aproximar-se de sua presença e a resposta sobre aqueles que procuram o Senhor.

Existe, portanto, uma ligação temática entre a multidão reunida diante de Deus e a geração que busca sua face. As duas passagens apontam para a vocação de viver em comunhão com o Senhor.

É importante, contudo, distinguir os textos: o salmo não descreve diretamente a cena do Apocalipse. É a liturgia da solenidade que permite contemplar a relação entre a busca de Deus proclamada no salmo e a multidão que o adora na primeira leitura.

“Desde já somos filhos de Deus”: 1João 3,1-3

A segunda leitura recorda o amor do Pai, que nos concede ser chamados filhos de Deus. Também anuncia a esperança de que veremos o Senhor tal como Ele é.

Essa passagem ajuda a compreender a santidade não apenas como esforço moral, mas como resposta ao amor recebido. O cristão busca a Deus porque foi chamado a viver em relação filial com Ele.

A afirmação do salmo sobre mãos puras e coração inocente encontra aqui um complemento importante. A vida santa não consiste somente em evitar o mal; ela envolve acolher o amor de Deus e permitir que esse amor transforme as escolhas e os relacionamentos.

A esperança de ver Deus também ilumina a expressão “buscam a face”. A vida cristã é um caminho orientado para uma comunhão que ainda esperamos experimentar plenamente. A busca começa agora, na fé, na oração e na caridade, e aponta para a plenitude da vida com Deus.

As Bem-aventuranças: Mateus 5,1-12a

No Evangelho, Jesus proclama as Bem-aventuranças e apresenta o caminho daqueles que pertencem ao Reino dos Céus. Entre eles estão os pobres em espírito, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração e os perseguidos por causa da justiça.

A relação com o salmo é especialmente clara na referência à pureza de coração. Em Mateus 5,8, Jesus declara felizes os puros de coração, porque verão a Deus. O salmo, por sua vez, pergunta quem pode permanecer na santa habitação do Senhor e menciona a integridade do coração.

As duas passagens não são idênticas, mas se iluminam mutuamente. O salmo questiona a disposição de quem deseja aproximar-se de Deus; Jesus mostra, nas Bem-aventuranças, características concretas da vida daqueles que procuram corresponder ao Reino.

A santidade, assim, não se reduz a uma imagem idealizada de pessoas extraordinárias. Ela se manifesta na misericórdia, na justiça, na mansidão, na fidelidade e na perseverança diante das dificuldades.

Por isso, a Solenidade de Todos os Santos é uma ocasião propícia para perguntar se a busca de Deus está transformando nossa maneira de viver. Procurar o Senhor é também procurar conformar a própria vida ao Evangelho.

Qual é a função litúrgica deste canto na Santa Missa?

O Salmo 23(24), nesta versão, destina-se ao salmo responsorial, momento da Liturgia da Palavra que vem depois da primeira leitura.

O salmo responsorial não é simplesmente uma música religiosa colocada entre duas leituras. Ele integra a própria proclamação da Palavra de Deus. A assembleia responde à leitura com o refrão, enquanto o salmista canta os versículos previstos para a celebração.

Na Solenidade de Todos os Santos de 2026, a resposta “É assim a geração dos que procuram o Senhor!” corresponde ao refrão indicado para o Salmo 23(24). A letra das estrofes fornecidas também corresponde, em seu conteúdo, aos versículos selecionados para essa celebração.

Por isso, a versão pode ser considerada para o salmo responsorial dessa solenidade, observando-se a forma de execução e a correspondência integral com o texto litúrgico adotado pela comunidade.

Atenção: o salmo responsorial não deve ser confundido com o canto de entrada, o ofertório, a comunhão ou o canto final. Sua função própria é responder à primeira leitura e favorecer a meditação da Palavra proclamada.

Também é importante preservar a distinção entre o texto bíblico-litúrgico e a melodia. A letra do salmo pertence ao repertório de textos proclamados na liturgia; a melodia é uma composição musical atribuída, nesta gravação, a Ronaldo Portella de Almeida.

Orientações para o ministério de música

Para preparar o Salmo 23(24) para a Solenidade de Todos os Santos, a equipe deve priorizar a clareza do texto, a participação da assembleia e o respeito à estrutura do salmo responsorial.

1. Prepare o refrão para a participação da assembleia

O refrão “É assim a geração dos que procuram o Senhor!” deve ser apresentado com clareza antes de sua participação comunitária, conforme a prática da paróquia.

Como a frase contém a mensagem principal do salmo, o cantor precisa articular bem as palavras e evitar que a interpretação musical torne o texto difícil de compreender. O refrão deve funcionar como resposta orante da assembleia, não como um trecho destinado apenas à exibição vocal do solista.

2. Respeite a estrutura das estrofes

As três estrofes possuem movimentos diferentes. A primeira proclama a soberania de Deus sobre a criação; a segunda apresenta as perguntas sobre a pureza de coração; a terceira anuncia a bênção divina e a busca da face do Senhor.

O salmista pode valorizar essa progressão por meio de uma interpretação equilibrada, sem exagerar as diferenças de intensidade. O objetivo é permitir que a comunidade compreenda o desenvolvimento do texto.

3. Utilize a cifra em Ré Maior como referência de ensaio

A cifra fornecida está em Ré Maior (D) e utiliza os acordes D, G, A, Bm e A/C#, além da sonoridade de G/D na introdução e na finalização.

O violão ou o teclado pode servir de apoio harmônico para o cantor. Antes da celebração, a equipe deve conferir se a tonalidade é confortável para o salmista e adequada à participação da assembleia.

Se for necessária uma transposição, convém preparar a nova tonalidade antecipadamente e garantir que todos os instrumentistas utilizem a mesma sequência de acordes.

4. Mantenha os instrumentos a serviço da Palavra

O acompanhamento deve sustentar a melodia sem encobrir a voz. O volume dos instrumentos precisa permitir que os fiéis escutem e compreendam cada versículo.

Como o salmo integra a Liturgia da Palavra, a interpretação deve favorecer a oração e a escuta. A execução instrumental não deve prolongar desnecessariamente o momento nem transformar a resposta litúrgica em uma apresentação independente.

5. Confira a versão antes da celebração

A equipe deve ensaiar a introdução, as entradas do refrão, as três estrofes e o encerramento. É importante combinar previamente a condução do salmista, o acompanhamento instrumental e a participação da assembleia.

Também convém conferir a letra com o Lecionário utilizado na comunidade, especialmente porque o salmo responsorial possui uma seleção específica de versículos para cada celebração. A fidelidade ao texto litúrgico é mais importante do que adaptar livremente a letra por razões musicais.

Perguntas frequentes sobre o Salmo 23(24)

1. Qual é o refrão do Salmo 23(24) para Todos os Santos?

O refrão é “É assim a geração dos que procuram o Senhor!”. Ele resume o tema central do salmo: a busca de Deus, a integridade de vida e o desejo de permanecer em sua presença.

2. Em qual momento da Missa esse salmo deve ser cantado?

Esta versão é destinada ao salmo responsorial, depois da primeira leitura. Sua função é responder à Palavra proclamada e conduzir a assembleia à meditação do texto bíblico.

3. Qual é a tonalidade da cifra do Salmo 23(24)?

A cifra fornecida está em Ré Maior (D). A sequência inclui os acordes D, G, A, Bm e A/C#, além de G/D na introdução e na finalização.

4. Quem canta e quem produziu esta versão do salmo?

Conforme os créditos informados, a voz é de Priscila Ocana, da Canção Nova, e a melodia e a produção musical são de Ronaldo Portella de Almeida, também da Canção Nova. Não foram fornecidos dados confirmados sobre o autor da letra, o álbum ou o ano de lançamento.

5. Por que o Salmo 23(24) é utilizado na Solenidade de Todos os Santos?

O salmo proclama a soberania de Deus e apresenta aqueles que procuram sua face. Sua mensagem dialoga com a visão da multidão reunida diante do Cordeiro, em Apocalipse 7, e com o caminho de santidade apresentado por Jesus nas Bem-aventuranças, em Mateus 5,1-12a.

6. Qual é a mensagem espiritual do Salmo 23(24)?

A mensagem é que procurar o Senhor exige uma vida coerente com a fé. O salmo une o reconhecimento de Deus como Criador, a busca da pureza de coração, a prática do bem e a esperança de receber sua bênção.

Conclusão: uma comunidade que procura a face do Senhor

O Salmo 23(24) convida cada fiel a reconhecer que toda a criação pertence a Deus e que a aproximação de sua presença envolve uma vida orientada pela verdade, pela justiça e pela pureza de coração.

Na Solenidade de Todos os Santos, essa mensagem ganha especial profundidade. A multidão contemplada no Apocalipse, a esperança dos filhos de Deus anunciada na Primeira Carta de João e o caminho das Bem-aventuranças mostram diferentes aspectos da vocação cristã à santidade.

Ao cantar “É assim a geração dos que procuram o Senhor!”, a assembleia não apenas repete uma frase do salmo. Ela professa o desejo de pertencer a essa geração: homens e mulheres que buscam a Deus, acolhem sua graça e procuram viver o Evangelho nas escolhas de cada dia.

Que este salmo ajude os ministérios de música e toda a comunidade a transformar a proclamação da Palavra em oração, participação e compromisso com uma vida verdadeiramente cristã.

Pax et Bonum!

Rogério Hirota — Universo Litúrgico

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