Castidade: A Arma do Músico Consagrado

Fonte: Musicos em ordem de batalha
Autor: Padre Jonas
Transcrito: Rogério Hirota
Certa vez, tivemos em oração a seguinte imagem:
"Da platéia vinham demônios se projetando em cima dos músicos e dos cantores, demônios rindo das pessoas da platéia".
A imagem é muito forte! Ela mostra o que acontece na realidade. Não se pode ser inocente! Você, menina, que toca e canta, quando se prepara para essas apresentações, num palco, num altar, num encontro... você deve se pentear, se maquiar como Maria e unicamente como Maria! Por amor a Deus!
Mesmo se penteando, maquiando e se vestindo como Maria, você ainda corre riscos, porque as pessoas estão com a sensibilidade aguçada. Mas se você se veste como uma "Madona", com todos os requintes da sensualidade... Não, minha filha, num conjunto de Deus, ou santa... ou nada.
Tenha realmente uma decisão de castidade nas suas vestes, na sua pintura, no seu penteado... Viva a castidade, e ela vai se mostrar nas suas roupas, dos pés à cabeça, nas jóias, nas bijuterias que você usa... em tudo. Tudo pela santidade. Tudo como Maria. Vivendo na castidade. Sempre se propondo: Quero ser pura e inspirar pureza. Quero ser santa e levar santidade!
Você está numa guerra, em qualquer apresentação musical! Todo o seu trabalho de música só pode inspirar e levar à santidade. Você não pode brincar nestes momentos decisivos. O inimigo já tem usado e abusado demais.
Você, rapaz, também é alvo! Precisa ser casto em tudo: nas suas roupas, no seu jeito de se apresentar. Porque o homem quando quer sabe se mostrar sensual. Por amor de Deus, não vá na onda dos artistas, eles estão a serviço de Satanás. Você não é do "Kiss", Knight in Satan Service, Cavaleiros a Serviço de Satanás! Você está a serviço de Jesus e da santidade!
Por isso, músicos de Deus: "Ou santos ou nada". É preciso se decidir por um compromisso de castidade e vivê-lo. Quando o grupo, a banda inteirinha faz um compromisso de castidade, um cuida do outro, para nenhum cair.
Todos nós do Ministério de Música Canção Nova fizemos um compromisso de castidade: os casados e os solteiros. Nós nos seguramos uns aos outros, oramos uns pelos outros. Não empurramos ninguém. Nós seguramos e não deixamos ninguém cair. Do contrário, somos presas do inimigo. Ele vem, e numa rasteira derruba todo mundo junto. Nesta hora, o que carregou o grupo inteiro, grita: "Se tivéssemos feito antes um compromisso de santidade...!"
Pe. Jonas Abib
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